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ORQUÍDEAS DE
LATINOAMERICA
(11) 8152-7214
karlos10ar@gmail.com
PAGINA MODIFICADA EM:
- Dezembro 2009

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PALESTRAS E
CURSOS:
Com a finalidade de
transmitir os conhecimentos da nossa firma oferecemos a Sociedades
Orquidofilas do Brasil* e alguns outros paises, grupos de
colecionadores e mesmo firmas que se preocupam com palestras e cursos
de conservação e ecologia.
*As palestras
para as Sociedades Orquideofilas Brasileiras são Grátis,
favor consultar as condições.
orquideas@olaorquideas.com , nos
telefones: (11) 8152-7214 ou 3938-2536
ALUGUEL:
Fornecemos
Orquídeas em flor para enfeite de escritórios,
hotéis, residências e mais, pelo tempo que precisar e
sendo periodicamente trocadas pelo nosso pessoal, assim você
não terá que se preocupar pela decoração
dos ambientes escolhidos e por um custo muito menor ao da compra e
arrumação das plantas avulso.
MANUTENÇÃO,
REPLANTE E DIVISÃO:
Nossa firma se ocupa
da adubação, assepsia e aplicação de
defensivos nas plantas, alem da mudança dos vasos, substrato, em
planos quinzenais e mensais.

- Sugestões de Cultivo
Existem alguns fatores importantes para o bom
desenvolvimento das orquídeas. São eles: luminosidade,
umidade, temperatura, adubação, cuidados contra pragas e
arejamento. O bom equilíbrio entre esses fatores nos ajuda muito
a cultivar melhor nossas plantas.
Como em cultivo não conseguimos "copiar" todos os
hábitats das orquídeas, tentamos fazer uma
adaptação a mais próxima possível das
condições naturais, para que as nossas plantas vegetem
satisfatoriamente, o que se consegue com a construção de
um "ripado", um "telado" ou uma estufa nas dimensões
cabíveis aos locais de que dispomos.
Ripado/Telado
Consiste em um local onde as plantas são protegidas do sol
através de uma cobertura horizontal de ripas fixadas de forma
paralela umas às outras e mantendo vãos abertos da mesma
largura que as mesmas. Devem ser fixadas a aproximadamente 3,0 metros
de altura, o que dá uma penetração da luz solar em
torno de 50%.
A orientação das ripas deve ser feita no sentido
norte-sul, o que faz com que os raios solares projetem sombras que se
movimentam sobre as plantas. Dessa forma as folhas das plantas ficam
expostas alternadamente e por pouco tempo ao sol direto e à
sombra, fazendo com que elas recebam a quantidade de luz
necessária à fotossíntese sem correr risco de
queimaduras.
As laterais do ripado podem ser fechadas com o mesmo sistema usado no
teto ou mesmo com treliça.
O piso deve receber uma camada de pedra britada ou pedriscos de maneira
a propiciar a evaporação da água, ajudando a
conservar um bom grau de umidade atmosférica e mantendo uma boa
aparência. Se o piso tiver algum tipo de revestimento, deve-se
cuidar para que o ambiente interno não fique demasiado seco.
Dentro desse ripado construímos bancadas com ripas, chapa moeda,
etc. As plantas podem também ficar dependuradas, cuidando para
que todas recebam uma boa luminosidade.
A diferença básica desse sistema para o ripado é
que ao invés das ripas, usa-se tela sombrite tanto no teto
quanto nas laterais. A vantagem dessa tela é que a sua trama
corta de maneira uniforme a incidência da luz, tendo ainda outra
ponto a seu favor, que é o fato de possuir várias
gradações de intensidade, podendo-se escolher a que mais
se adapta às nossas condições. Na maioria dos
casos usa-se tela sombrite que corta 50% da luz incidente. Essa tela
é facilmente encontrada em lojas especializadas.
Estufa
Uma estufa pode propiciar o melhor ambiente artificial para o cultivo
das orquídeas, uma vez que se consegue controlar melhor as
condições ambientais para as plantas.
A estrutura ideal é feita com arcos metálicos paralelos
no teto, a aproximadamente 3,0 metros de altura, mas pode também
ser feita de outras formas.
O importante é que ela seja totalmente revestida com material
transparente - o que é feito com plástico na maioria dos
casos, e que contenha algum sistema que permita a
ventilação nos dias mais quentes. Para tal basta que se
instale algumas janelas do tipo basculante que possam ser abertas
sempre que a temperatura exceda os limites desejáveis.
Por baixo do revestimento de plástico coloca-se tela sombrite de
maneira que não entre em contato com o plástico, para
cortar o excesso de luz. É necessário lembrar que o
plástico tem que ter tratamento contra raios ultravioletas, caso
contrário o sol o enrijecerá e ele se estragará em
muito pouco tempo. Existem no mercado, nas lojas especializadas em
material agrícola, plásticos com esse filtro.
A grande vantagem da estufa é que após a rega das plantas
a água não se perde pois, ao evaporar, satura o ambiente
de umidade, propiciando uma atmosfera ideal para as orquídeas.
Umidade/Regas/Temperatura
No ambiente artificial temos que cuidar para que as plantas recebam
água suficiente para o seu bom desenvolvimento. Em épocas
muito quentes temos que molhar nossas plantas todos os dias e se
necessário for, até mais que uma vez ao dia. Já no
inverno a rega tem que ser mais esparsa, de acordo com as necessidades
de cada local, observando-se os vasos e molhando-os apenas quando
estiverem com o substrato seco. De um modo geral quando as plantas
estiverem com o substrato úmido, não há
necessidade de regá-las. É importante ressaltar que as
orquídeas resistem mais à falta de água por algum
tempo do que ao excesso, pois se permanecerem encharcadas por muito
tempo, provavelmente não resistirão e apodrecerão.
O melhor horário para as regas é pela manhã antes
do sol se tornar muito quente, ou ao final da tarde quando já
passou o maior calor. É melhor evitar-se regas ao cair da noite,
com o fim de restringir a proliferação de fungos.
Em cultivo é óbvio que não poderemos manter uma
planta originária das grandes altitudes da Cordilheira dos Andes
no mesmo ambiente que uma planta da Amazônia tropical. Não
haveria condições intermediárias de temperatura
nem de umidade para podermos manter as duas plantas vivas.
Por essas razões devemos cuidar para colecionar plantas com
hábitos e necessidades semelhantes para não ter risco de
perdermos algumas delas por falta de condições de cultivo
ideais, ou então construirmos locais com ambientes
diversificados para os vários tipos de plantas, o que se
tornaria muito caro e trabalhoso, inviabilizando de forma definitiva a
coleção.
Aconselha-se ao orquidófilo iniciante, se possível,
associar-se a alguma sociedade orquidófila, onde sem
dúvida encontrará orientação para os seus
problemas mais particulares e quando adquirir alguma planta no mercado,
procurar saber com quem está lhe vendendo quais as melhores
condições de cultivo para a mesma.
Substrato, etc.
Nunca se deve usar terra para plantar as orquídeas, o que
só é possível ser feito com as orquídeas
essencialmente terrestres.
Entre nós brasileiros o xaxim desfibrado é amplamente
utilizado, com resultados excelentes. Na realidade, o substrato
não é o mais importante no cultivo das nossas plantas e
sim, bem mais, o cuidado com a umidade, a temperatura e a boa
adubação. Existem outros substratos também
utilizados, como por exemplo o carvão, a fibra de coco prensada
(coxim), o musgo esfagno, fibra de piaçaba, casca de
peroba, etc.
Para se plantar uma orquídea podemos usar vasos de
plástico ou de barro ou mesmo caixinhas de madeira resistente,
mas sempre de tamanho compatível com a planta, levando-se em
conta crescimento da mesma para dois ou três anos. Em alguns
casos podemos usar também placas de xaxim ou casca de algumas
árvores nas quais amarramos a planta diretamente.
Temos que considerar também o tempo de vida útil do
substrato, que, por exemplo no xaxim, é em média de dois
anos, enquanto que no musgo esfagno esse tempo já cai para pouco
além dos seis meses.
Para uma boa drenagem e arejamento das raízes, 1/3 do vaso deve
ser preenchido no fundo com caco cerâmico, pedra britada, etc.
pois as plantas não devem ficar encharcadas de água o que
provocaria o apodrecimento das raízes.
No caso dos substratos e vasos devemos observar cuidadosamente como as
plantas se comportam, pois existem muitas diferenças de um para
outro. Por exemplo, o vaso de plástico evita mais a
evaporação da água do que o vaso de barro que tem
as paredes porosas; a piaçaba drena muito rapidamente e
não retém nada a água, enquanto que o musgo
esfagno retém demais a água e demora muito tempo para
secar. Tudo isso pode ser usado como instrumento de cultivo, deixando
plantas que requerem mais umidade para ser plantadas em substrato que
retém mais a água e vice-versa.
Clique para
saber mais do
CULTIVO EM CARVÃO .
Adubação
Quando em cultivo, as plantas precisam que lhes sejam fornecidos os
nutrientes necessários à sua subsistência. Isso em
parte é feito pelo substrato, que no entanto vai se desgastando
com o tempo e torna-se então necessária a
aplicação de adubos.
As orquídeas conseguem absorver nutrientes não só
pelas raízes mas também pelas folhas, e o ideal é
usarmos uma adubação balanceada, que pode ser ou
não foliar.
Os adubos são compostos basicamente de nitrogênio,
fósforo e potássio (N-P-K) em várias
concentrações diferentes, sendo que o componente
básico para o crescimento é o nitrogênio. O
potássio é o elemento que dá rigidez às
partes das plantas e o fósforo é essencial para o
florescimento delas.
Na época de desenvolvimento das plantas devemos adubá-las
com compostos ricos em nitrogênio, parando com essa
adubação na época de floração,
quando os adubos devem ser mais ricos em fósforo.
Isso pode parecer confuso, mas é relativamente simples: quando
adquirimos algum adubo no mercado ele vem com a
formulação impressa na forma de números, por
exemplo 30-10-10. O primeiro número indica a
concentração de nitrogênio, o segundo a do
fósforo e o terceiro a do potássio. Assim, adubos com o
primeiro número mais alto indicam que são mais ricos em
nitrogênio, e assim por diante.
Esses adubos químicos são oferecidos na nossa
LISTA DE PREÇOS e vem nas versões de
Peter Crescimento, Peter Manutenção e Peter
Floração e devem ser aplicados diluídos em
água na proporção de 1 gr/litro de agua, sobre
toda a planta, através de borrifos com algum tipo de borrifador.
PRAGAS
E DOENÇAS
A maior parte das pragas e doenças que afetam as nossas plantas
tem sua origem no contágio e por isso todo orquidófilo
deve tomar bastante cuidado ao introduzir uma nova planta na sua
coleção. Deve limpá-la bem, eliminando as partes
danificadas, verificar se não há lesmas, caramujos e
outras pragas e após isso imergi-la em uma solução
de inseticida e fungicida, nas dosagens de acordo com as
especificações dos fabricantes e durante o tempo
também recomendado na embalagem. Com isso estará evitando
o contágio das outras suas plantas.
No caso de ataque por pragas trazidas pelo vento, pelas formigas, etc.
temos que primeiramente identificar o mal e depois combatê-lo de
forma correta.
Por exemplo o ataque maciço de cochonilhas e pulgões
é um indício de falta de umidade. Para o seu combate
basta esguichar água sob pressão que os desloca, encharca
seus ovos e mata suas larvas. Caso a infestação seja
maciça será preciso usar inseticidas. Outro exemplo
é o caso de orquidários excessivamente úmidos, o
que facilita a infestação por lesmas e caracóis,
bastando então reduzir as regas e melhorar o arejamento para
combatê-los. Outro exemplo ainda é a sombra excessiva e
com muita umidade que faz proliferar os fungos, tendo-se então
que sanear totalmente as condições ambientais para os
eliminar.
Obs.: Texto
adaptado do Caderno CAOB 2
Caso você queira adquirí-lo escrever para
pedidos@olaorquideas.com

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